Para quem quer conhecer o Paty, olha esta chance de fazer isto em apenas 2 dias.
Primeiro dia: Iremos de carro em uma percurso de 1:30 min. por trás das montanhas em direção ao povoado do Guiné. De lá subiremos a Rampa do Beco, caminho antigo da época do garimpo e usado até hoje pelos nativos do Paty, para a pequena vila do Guiné onde os patizeiros se abastecem em dia de feira. Este dia já começa com vistas magníficas dos paredões da Serra do Esbarrancado. Caminharemos em média de 3 horas por cima das montanhas dos Gerais do Rio Preto para chegar até o mirante do Pati, uma vista por cima das montanhas e de tirar o fólego. Desceremos até a primeira casa ou ponto de apoio do Pati. Neste mesmo dia poderemos conhecer um dos atrativos do Parque, como o Cachoeirão por cima ou Morro do Castelo ou Canion e Cachoeira dos Funis, a depender das condições climáticas do dia.- Traslado Capão/Guiné/Capão
- Uma diária, um dia antes ou um dia depois, na Pousada Pé no Mato.
- Guias profissionais.
- Refeições na casa de nativos.
- Pernoite em casa de nativos.
- Todo lanche de trilha.

Grupo de no mínimo 2 pessoas
- R$590,00/pessoa
Grupo de 4 pessoas ou mais:
- R$490,00/pessoa
Forma de pagamento:
- 2 parcelas iguais ou 5% de desconto à vista em dinheiro.
Aceitamos todos os cartões da Rede Shop, MasterCard e Visa
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- Este valor poderá ser alterado nos feriados.
- O roteiro acima poderá ser modificado devido à situação climática.
- Para efetuamos reservas é necessário depósito antecipado.
- Fazemos traslado do aeroporto de Lençois.

- Traga um tênis ou bota de trilha já testada e confortável.Não compre um novo para inaugurar na trilha pois você correrá o risco de ficar com calos e incapacitado para caminhar.
- A melhor roupa para caminhada é uma calça comprida de tactel e uma camiseta de manga.
- Pé no Mato dispõe de uma loja completa de equipamentos, acessórios e roupas para trilha. Nossos preços são menores e compramos direto da fábrica.
- Não compre equipamento desnecessário.
Se você não tem uma companhia para esta trilha, entre em contato pois poderemos lhe encaixar em algum grupo aberto.

O Vale do Patí fica escondido nas serras entre Andaraí e Guiné, bem no centro do Parque Nacional da Chapada Diamantina. Não há como chegar lá se não for à pé ou montado em uma animal. É preciso subir a serra do Sincorá e depois descer até o Vale por um caminho estreito, íngreme e sinuoso.
Patí é tão antigo quantos as lavras de diamante da região. Descoberto pelos garimpeiros, o vale se revelou relativamente pobre em pedras preciosas, mas tinha solos férteis e por isso passou a fornecer mantimentos para os garimpeiros.
O Patí de hoje tem uma população de menos de 100 pessoas.
A origem do nome Patí é cercada de um certo mistério. Há quem acredite que é nome de uma familia que morava lá. Outros lembram que paty era o nome de uma palmeira que crescia no vale, cujos talos eram usados como ripa para telhar as casas.
Os atuais regulamentos do Parque Nacional proibem moradores dentro dos seus limites. Por outro lado da balança, ficam os antigos moradores ameaçados de perder suas roças (embora indenizados) e as tradições de mais de um século de uso da área. Por razões culturais e climáticas, a adaptação desse povo seria muito difícil, caso suas terras fossem trocadas por outras.
As soluções para este problema precisam ser bem pensadas, pois envolvem não só uma comunidade inteira, como também o destino de uma importante área de preservação.
Trechos extraidos do livro "Um guia para a Chapada Diamantina" de Roy Funch.














