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Vale do Patí, O
Parque Nacional.
Caminhada de 4 ou 5 dias partindo
do Vale do Capão.
A trilha que todo mundo volta
feliz!
Olha essa chance
de subir a serra e fazer uma grande trekking dentro do Parque Nacional
da Chapada Diamantina!
Roteiro Personalizado: 
Dentro deste vale existem várias trilhas e roteiros que podem ser
seguidos e nós montamos junto com você o de sua preferência, ou
podemos deixar em aberto para você ir decidindo conforme o andamento
da trilha, afinal você está de férias! Nada de roteiros prontos e
determinados, essa é a nossa marca.
Com opções de dormir em casas de nativos que moram espalhados pelo
vale, (lá não existe uma vila), nos pontos de apoio, em barracas ou em
tocas, os guias Pé no Mato cuidam de tudo pra você. Então, basta você
arrumar algumas roupas e vir para o Capão que aqui a gente lhe ajuda
a arrumar sua mochila. Nossos guias são
preparados com cursos de primeiros socorros, resgate e salvamento e além disso são profundos conhecedores do Vale do
Patí, e claro,
ótimas
companhias para tornar a sua aventura ainda mais divertida.
Primeiro dia: Percorremos 27
kms (em média de 8 horas de duração) até o Patí, dos quais a maior
parte é feita em terrenos planos dos Gerais do Vieira e do Rio Preto.
Segundo e terceiro dia (e quarto, se optar por 5 dias): Seguiremos os
diversos *roteiros opcionais dentro do Vale (listados abaixo), ou com
trilhas mais curtas e com muitas paradas para banho e contemplação
ou se você quer mesmo um trekking mais radical, poderemos atravessar
todo o Patí em direção a Andaraí.
Quarto dia (ou quinto, se optar por 5 dias): Volta para o Capão por
um caminho diferente
do de ida.
Nosso pacote completo inclui:
Uma diária, um dia antes ou um dia depois, na Pousada Pé no Mato.
Guias profissionais.
Refeições preparadas pelo guia nos acampamentos.
Refeições em casas de nativos.
Pernoites em pontos de apoio
Pernoites
em casas de nativos.
Equipamento
de trilha(barraca,isolante,saco
de dormir) É necessário reserva
antecipada destes materias.
Todo lanche de trilha.
Traslado em 4x4 até o início da trilha e no retôrno.(16 kms)
Valor do pacote:
Grupo de no mínimo 2 pessoas:
4 dias no Patí e 1 dia no Capão: R$710,00/pessoa
5 dias no Patí e 1 dia no Capão: R$860,00/pessoa
Uma pessoa sem grupo:
4 dias no Patí e 1 dia no Capão:R$1200,00
5 dias no Patí e 1 dia no Capão:R$1.450,00
Forma de pagamento: 2 parcelas iguais ou 5% de desconto à vista em
dinheiro.
Aceitamos todos os cartões da Rede Shop, MasterCard e Visa
Observações:
1-Este valor poderá ser alterado nos feriados.
2-O roteiro acima poderá ser modificado devido à situação climática.
3-Para efetuamos reservas é necessário depósito antecipado.
4-Fazemos traslado do aeroporto de Lençois.
*Se você não tem uma companhia para esta trilha, entre em contato pois
poderemos lhe encaixar em algum grupo aberto.
Efetuamos reservas com depósito antecipado.
Reserva
de Roteiro
*Roteiros opcionais
do Vale do Patí:
Cachoeira do Calixto e Trilha pela Mata do Calixto:
Local mais preservado do Patí. Com uma vegetação abundante que faz
parte da mata ciliar do Rio Calixto, caminha-se por dentro desta
grande mata composta de palmitos e outras espécies de palmeiras, além
da abundância de flõres e outras plantas endêmicas. Lá pode ser
visto animais como macacos, quatis e cobras. A Cachoeira do Calixto é
muito especial pois além de ser localizada em um local muito bonito,
possui um grande poço ideal para nado. Fica localizada a mais ou
menos 2:30 horas de um dos pontos de apoio (prefeitura).
Este roteiro pode ser feito como opção na ida para o Patí ou na
volta para o Capão.
Cachoeirão:
Sem dúvida um dos lugares mais bonitos do Vale do
Patí, a trilha do
Cachoeirão pode ser feita por cima ou por baixo. Por cima, partindo do
ponto de apoio da Igrejinha ou da casa de Sr. Wilson e D. Maria, leva
2 horas. Por baixo partindo da casa de Sr. Eduardo, leva 1:30 horas.
Cachoeiras se precipitam do alto da serra com quedas de até 280
metros formando uma série de cascatas impressionantes que caem
no Rio Cachoeirão.
Um grande espetáculo. Imperdível!
O Rio do Cânion dos Funis:
Nasce nos Gerais do Vieira e segue por toda a extensão do Vale do
Patí, sentido norte-sul.
A descida do cânion a partir da Igrejinha exige uma certa
flexibilidade, agilidade e atenção, embora possa ser feita com
segurança. É uma trilha alternativa para o segundo dia onde podemos
observar muitas cachoeiras e poços ate a Cachoeira dos Funis. A trilha
leva aproximadamente 4
horas, incluindo as paradas para banho até a casa de Seu. Wilson e Dona
Maria. Dependendo do condicionamento do grupo,
pode-se neste mesmo dia subir o Morro do Castelo.
A Gruta do Castelo:
Esta gruta de quartzito está localizada
encima da montanha que divide
o Vale do Patí ao meio. Está a 1.500 metro acima do nível do mar.
Após
a subida de 1:30 de duração até a entrada da gruta, a sua travessia
dura 20 minutos, onde saímos do outro lado da montanha
para uma parada pra lanche e para contemplar a fantástica vista do
Parque Nacional a 1580 metros de altura. Uma experiência
inesquecível.
A Prefeitura:
Esta casa antiga era um prédio
escolar construido pela prefeitura de Andaraí na época
do garimpo, por isso o nome Prefeitura. Além de um ponto de apoio, a Prefeitura
é um local muito
agradável para passar o dia pois tem uma linda vista do Castelo e das
outras montanhas que circundam o Vale.Tem também o Rio do Patí que
fica na frente da antiga casa e alguns poços e quedas d'agua bastante próximos para
se tomar banho. Uma boa opção para um dia de relaxamento e contemplação
com caminhadas leves.
A Ruinha e a Igrejinha:
É a parte do extremo oeste do Patí
conhecida como Patí de Cima e separada por um morro bem alto.
Pode ser a primeira parada ao chegar ao Patí. Antigamente lá existiam
muitas casas e até um clube social, porém no momento encontram-se
apenas uma Igrejinha e uma casa que serve de ponto de apoio.
* Dona Maria e Seu Wilson , fornecem uma
boa refeição caseira e boa dormida. Opção de parada na primeira
noite,
* Seu Eduardo, nativo do Patí de baixo também fornece refeição e
pernoite. Boa opção de pernoite para quem vai até o
Cachoeirão por baixo.
*Dona Raquel está
situada um pouco depois da casa de Seu Wilson e na sua casa recebe
hóspedes para pernoite e refeições.
* O Jailson da
prefeitura além de ponto de apoio, fornece refeições e tem um
sortido mini mercadinho com variedades de alimentos e conveniências
por preços em conta.
"
Pé no Mato recomenda todas as opções de apoio acima descriminados,
tanto a dormida em bons colchões, como as refeições bem preparadas
e fartas. Além disso sempre é gostoso passar uma noite proseando com
esse povo tão amoroso"
Dicas importantes:
1. Traga um tênis ou bota de trilha já testada e confortável.Não
compre um sapato novo para inaugurar na trilha pois você correrá o risco de
ficar com calos e incapacitado para caminhar.
2. A melhor roupa para caminhada é uma calça comprida de tactel e uma
camiseta de manga.
3. Pé no Mato dispõe de uma loja completa de equipamentos para
trilha, como barracas, cantis, lanternas, vestuário, mochilas, pochetes,
sandálias, chapéis etc. Além da loja de conveniência com filmes, pilhas,
máquinas
descartáveis e tudo mais que você possa precisar por preços mais em conta do que nas lojas dos grandes centros. Nossos custos são
menores e também compramos direto da fábrica.
4. Não compre equipamento desnecessário.
Um pouco sobre o
Patí...
O Vale do Patí fica escondido nas
serras entre Andaraí e Guiné, bem no centro do Parque Nacional da
Chapada Diamantina. Não há como chegar lá se não for à pé ou
montado em uma animal. É preciso subir a serra do Sincorá e depois
descer até o Vale por um caminho estreito, íngreme e sinuoso.
Patí é tão antigo quantos as
lavras de diamante da região. Descoberto pelos garimpeiros, o vale se
revelou relativamente pobre em pedras preciosas, mas tinha solos férteis e por isso passou a fornecer mantimentos para os garimpeiros.
O Patí de hoje tem uma população
de menos de 100 pessoas.
A origem do nome Patí é cercada de
um certo mistério. Há quem acredite que é nome de uma familia que
morava lá. Outros lembram que paty era o nome de uma palmeira que
crescia no vale, cujos talos eram usados como ripa para telhar as
casas.
Os atuais regulamentos do Parque
Nacional proibem moradores dentro dos seus limites. Por outro lado da
balança, ficam os antigos moradores ameaçados de perder suas roças (embora
indenizados) e as tradições de mais de um século de uso da área.
Por razões culturais e climáticas, a adaptação desse povo seria
muito difícil, caso suas terras fossem trocadas por outras.
As soluções para este problema
precisam ser bem pensadas, pois envolvem não só uma comunidade
inteira, como também o destino de uma importante área de preservação.
Trechos extraidos do
livro "Um guia para a Chapada Diamantina" de Roy Funch.
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